“Em terra de cego, quem tem um olho é rei, e quem tem dois olhos é muito malvisto.”
Indivíduos inteligentes e capazes são encarados como uma enorme ameaça e precisam ser rapidamente eliminados pelos que estão no poder.
Por essa razão, pessoas com mérito e competência dificilmente são promovidas no Brasil.
Uma empresa do porte da Intel admitindo que errou ao seguir dados e não a intuição não é algo que se vê todo dia.
Eu admito que em certos assuntos o meu lado nerd é mais ativo que o profissional e nesses momentos é muito difícil controlar o fã que enxerga com entusiamo aquela novidade que surge e que parece tornar a vida mais interessante. Caso você desconheça, sugiro usar o próprio Google para pesquisar sobre o assunto.
Dito isso (e se ainda não ficou claro) eu torço pela oportunidade de usar os nossos dispositivos que ainda estão sendo desenvolvidos pela Gigante das Buscas. Ou torcia! Explico mais abaixo.
Ontem lendo alguns artigos sobre o assunto me deparei com uma pergunta incomoda e extremamente importante para mim: com o Glass (desculpem a intimidade), como fica a questão da privacidade?
Neste espaço me dispus a escrever sobre temas pertinentes a administração, gestão, finanças e assuntos afins e não pretendo mudar isso agora, mas quero apenas compartilhar dois artigos recentes que li no blog que o consultor Clemente Nóbrega que escreve para a revista Época Negócios que me fizeram ver a coisa de uma forma um pouco diferente. Os textos não são recentes, em termos de Internet, mas coincidiram com as minhas reflexões trazendo uma abordagem, digamos, mais gerencial ao assunto.
É sempre importante analisar opiniões dissonantes, principalmente aquelas que nos tiram da nossa zona de conforto e ameaçam nossos paradigmas e conceitos. O Google Glass é um exemplo, será que você consegue pensar em outros?
Para ler os artigos que citei basta clicar aqui e aqui.
Será que o produto vai vingar? Sinceramente eu não sei, apenas continuo torcendo para que o Google Glass seja realmente tão revolucionário como imagino e que as pessoa absorvam bem a ideia, mas… (sempre tem um “mas” pelo caminho, né?).
Fiquem em paz!
O texto da Folha de São Paulo fala sobre as dificuldades encontradas pela publicidade em vender produtos e idéias em um mundo cada vez mais conectado e militante; um mundo onde eu e você temos voz e não apenas uma carteira.
Na busca de destaque se apela pelo chocante e grotesco como estratégia para garantir alguns minutos de fama (e não me refiro a nenhuma pseudo celebridade do momento).
Nisso esquecem que, pesar de falarem que o mundo mudou, alguns valores ainda continuam bem fortes. Obrigado! Não observam também que, como disse o Nizan e vários filósofos antes dele, a verdade é a melhor forma de convencer e de se perpetuar uma idéia ou um produto:
“Não deixa de ser irônico para a propaganda. Na época da comunicação total, a verdade tornou-se a maior arma de persuasão em massa.”
Eis um bom desafio para os profissionais de Marketing, Administradores e políticos.
O link no título levará você ao artigo escrito pelo Nizan Guanaes, proprietário do maior grupo publicitário do país, o ABC.
Boa leitura e fiquem em paz!
“Hadfield foi o primeiro a perceber, em larga escala, que nós não queremos palestras, só queremos coisas legais.”
Essa frase me fez pensar sobre os produtos que apresentamos ou que produzimos intelectualmente ou nas nossas empresas e fabricas.
Ainda a pouco compartilhei no Twitter uma matéria sobre o poder das mídias sociais na divulgação de apps e outros produtos. Ora, quem possui mais crédito, meu conhecido que indica coisas legais ou uma página de revista? Fácil!
Sempre me preocupou essa ânsia por inovação que vejo borbulhando na internet (sim, estou falando principalmente de smartphones) e que leva os desenvolvedores a verdadeiras loucuras. Chega uma hora que a utilidade deixa de ser primordial.
Mas olha só, acabei de me dar conta que na verdade as pessoas só querem coisas legais. E eu também!
Só para constar, os vídeos do Chris Hadfield são realmente muito bons.
Fiquem em paz!
Querer melhorar de vida é próprio do ser-humano. Desde cedo somos confrontados com as nossas condições e com o desejo de suprir as nossas necessidades. Crescer financeiramente não é uma atitude maléfica nem reprovável como alguns gostam de afirmar, é salutar e louvável.
Contrariando o senso comum, o IPEA trás uma outra versão para a questão da ajuda financeira com que o Governo beneficia pessoas carentes e necessitadas. Pessoas que realmente precisam de apoio diante das suas adversidades.
Tudo muito lindo, não?
Dificilmente alguém produz insumos para serem usados contra si, ainda mais uma organização ou um governo.
Dito isso, torço para que as constatações apresentadas sejam realidade e fomentem debates sobre a reforma tributaria, redução da burocracia para abrir uma empresa e mecanismos que garantam a redução da informalidade. Se a população carente não fica acomodada com o beneficio, imagine o que fariam com incentivo!
É possível que as pessoas troquem com mais facilidade as bolsas por salários! É a minha opinião.
Esse comentário foi feito a partir de publicação do site Administradores.com e para ter acesso ao que foi postado basta clicar no título.
Fiquem em paz!
Para lembrar e pensar!
Artigo do Administrador Stephen Kanitz.
Fiquem em paz!
Qualquer faculdade de Administração ensina que sem investimento em Pesquisa e Desenvolvimento as organizações estarão fadadas a perderem competitividade, simplesmente passando para o estágio de meras copiadores. É não estou falando necessariamente de benchmarking.
Um bom exemplo disso é a batalha travada entre as gigantes Apple, Samsung e Google no ramo de tecnologia e mobilidade.
Vale a pena compartilhar o artigo em tela, principalmente por tratar da realidade nacional.
Fiquem em paz!
Pois é, há cada dia que passa eu fico mais admirado com a capacidade - e coragem - dos empreendedores brasileiros. Aqui não basta técnica é preciso também ter raça para abrir uma empresa ou investir em uma ideia.
Assim vamos entendendo como as coisas realmente são.
Fiquem em paz!
Uma das melhores reportagens sobre a realidade econômica brasileira. Leia e aproveite para entender como as coisas são e porque não podem permanecer como estão.
Aproveite também para refletir qual sua participação nisso tudo.
Fiquem em paz!